segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

difícil, difícil, difícil... ou talvez nada mesmo.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

enganador

talvez agir no limite, mesmo que se queira, nunca seja uma solução. e é mais que ser vencido pelo cansaço, porque o cansaço vem depois. ele chega na hora de se tornar enganador. enganar-a-dor. é sentir o cansaço quando alguém perguntar 'tudo bem?'. é enganar e falar apenas um 'sim, tudo bem'. é a dor que forçar um sorriso pode fazer.enganar-a-dor. criar uma falsa felicidade é mais cruel que a própria dor. é mais difícil esconder que simplesmente sentir. as vezes, é como correntes. as vezes, acho que simplesmente vou afundar em águas turbulentar; fora do meu controle. mesmo que pareça calmo, mas é como estar acorrentados e eu mergulho minha cabeça na vergonha. vergonha por não consegui enganar a dor como gostaria. (mas o coração não consegue se esconder... coração, você não vale nada.) e se as pessoas me vissem agora, escandalizariam meu nome. mas, sei que devo me tornar um enganador. e começar a crer que sou uma pessoa com a felicidade completa. tentar sorrir sempre, mesmo quando a vontade é apenas submergir. talvez eu desenhe alguma coisa para fingir que é verdade. sorrir sempre para a pessoa mais próxima e cruzar os dedos para ela nunca perguntar se estou bem. mas se perguntar, terei que me obrigar a não pensar muito, apenas dizer um 'sim'. pedir um abraço e tentar sulgar alguma coisa daquilo. enfim, é inventar um sorriso e torcer para que algum dia eu acredite nele.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

é amigo, it's human nature...

domingo, 30 de novembro de 2008

perspectiva

boa noite... me sirva um pouco de perspectiva. sim, estou aqui esperando que você me sirva um pouco de perspectiva pois é isso que ando precisando por esses tempos. quem sabe um bom vinho, safra 1943, para acompanhar algo tão esplendoroso, doloroso. porque a vida não vale o borrão, não é isso? algo mais amargo talvez. algo que justifique o paladar e me faça lembrar de algo mais doce. o tempo corre assim também como a vida e o paladar, amigo. não?

muito bem... já que você está fora da perspectiva e ninguém mais a parece ter nessa cidade desprezível, vou lhe fazer um acordo- você providencia a comida, eu providencio a perspectiva.


fale para ela me atingir com o seu melhor tiro.

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